NOVOS CASOS CLÍNICOS

 

 

 

 

Nesta página estão os relatos de mais 19 casos clínicos. 

 

 

Caso 1:  R., 34 anos, casado, com queixa de tédio e desânimo. Procurou o autor em busca de Terapia de Vidas Passadas (TVP), terapia esta que não poderia ser iniciada antes de dois meses. Neste primeiro momento o paciente tomou apenas essências florais. Relatou uma vida financeira, social e efetiva bastante estável. Seu tédio e desânimo eram aparentemente sem motivo. Possuía problemas de pinçamento do nervo ciático, dores na coluna e musculares, seu peso estava acima do normal. Através do diagnóstico intrapsíquico pudemos detectar um trauma latente. A primeira formulação foi composta por: Quaresma (para superação do trauma), Aleluia (para fé, alegria, esperança), Tagetes (favorece a catarse do trauma), Origanum (para ajudar a descobrir o próprio caminho, realização), Phyllanthus (para a rigidez psíquica), Millefolium (facilitar o processo de transformação). Como todo paciente foi orientado. Depois de 67 dias retornou e disse que percebeu o quanto era um cara sério, que sorria pouco. Ele disse: “parece que eu sou um velho que perdeu a família.” Foi realizado o diagnóstico em TVP: seu trauma estava ligado à dinâmica familiar e a insegurança que sentia frente a seu pai e sua mãe. Durante os quatro primeiros meses do tratamento ele tomou a seguinte formulação (com poucas variações): Quaresma, Aleluia, Tagetes, Origanum, Phyllanthus, Mimosa (para o medo de se “soltar”) e Amaranthus (ajuda a restaurar os vínculos em relacionamentos familiares). Superado o trauma infantil, a tensão patológica do seu corpo acabou. Com a superação do trauma também houve a eliminação de sentimentos e pensamentos negativos que eram a causa real do tédio e do desânimo. O momento final do tratamento foi o reaprendizado do prazer, da satisfação e da confiança nos relacionamentos íntimos. Neste momento os florais indicados foram: Origanum, Fórmula de Aprendizado (facilita o aprendizado), Millefolium.

 

Caso 2: J., casado, 43 anos. Possuía uma excelente carreira profissional. Considerava-se um homem feliz no casamento e com os filhos. Foi só no momento em que sua mulher lhe pediu o divórcio é que seu “castelo” caiu. Ficou deprimido e  atormentado por raiva e desejo de vingança. Sentiu-se traído por ter dado “os melhores anos de minha vida para alguém que me abandonou sem nenhum reconhecimento”. Sentia muita saudade dos filhos e tinha  a fantasia de que a ex-mulher pudesse estar falando mal dele para seus filhos a fim “dela ficar como a boazinha”. Já faziam 6 meses que estava como um atormentado e com pouca capacidade de produção no trabalho. Enfim, ele recebeu um ultimato da empresa: ou se tratava ou estava demitido. Nas primeiras consultas analisamos as opções de vida que poderiam ter contribuído para o fim do seu casamento. Neste período inicial tomou a seguinte composição: Buquê de 5 flores (para ajudar num equilíbrio inicial), Vervano (porque era um indivíduo belicoso por natureza),  Momordica (pelo fato da situação de separação ser uma idéia que atormentava sua mente). Neste primeiro momento houve uma diminuição em sua tensão interna. E ele começou a perceber que, durante o casamento, havia criado uma série de dependências de sua ex-esposa. A segurança que possuía no trabalho era o oposto da insegurança emocional que possuía. Esta descoberta nos levou a acrescentar à formulação primeira mais duas essências: Lavandula (para sua insegurança), Chicorium (para sua dependência afetiva). No segundo momento do tratamento o paciente experimentou um grande amadurecimento pessoal e começou a mudar seu relacionamento com os filhos. De pai distante e preocupado, para um pai companheiro e participante. Com a melhoria do relacionamento com os filhos ele não mais temia que a ex-mulher fizesse a cabeça dos filhos contra ele. Nesta fase tomou sua última composição: Lavândula, Chicorium, Buquê de 5 flores, Camelli (para ajudar no superar do perdão e mágoa), Madressilva (para ajudar a se desfocar do passado).

 

Caso 3: L., solteira, 37 anos. Pessoa de formação religiosa e moral muito conservadora. Sempre procurou agir “temendo à Deus”. Sua história começa com um namoro. Namorou este rapaz durante 5 anos, “sem me entregar”. Ele exigia sexo antes do casamento e ela negava. Até que ele acabou com o noivado. Ela, desesperada, resolveu fazer tudo o que ele queria: sexo. Segundo ela, como ele conseguiu o sexo que queria ficou com ela mais alguns meses até que terminou de vez. Ela se sentiu usada, suja, humilhada, decepcionada e com raiva de si.  Depois deste fato se fechou em casa e deixou trabalhar. Como, com o passar dos anos, ela não dava indícios de retomar sua vida os pais a orientaram a procurar ajuda deste terapeuta. Sua primeira prescrição foi: Menzies Banksia (por estar paralisada na dor), Malus (para sua sensação de estar “suja”), Rosmarinus (para ajuda-la a encarar a realidade), Aleluia (para sua descrença). Inicialmente começou a sentir vontade de voltar a trabalhar. Com a ajuda dos pais arranjou um emprego. Mas era-lhe difícil criar vínculo e acreditar nas pessoas. Houve algumas experiências negativas no trabalho que ajudaram a enfraquecer sua vontade de transformação. Começou a se sentir deprimida e chorava facilmente. Neste momento foi acrescentado à primeira formulação, Tagetes (para o trauma do abandono), Millefolium (facilitador da transformação), Sonchus (para sua dificuldade em persistir). Em pouco tempo ela começou a se estabilizar no trabalho e pouco a pouco foi criando amizades. Sua situação foi melhorando paulatinamente até o momento em que conheceu o irmão de uma amiga. Ficou apaixonada e transtornada. O trauma veio a tona de vez e a raiva do ex-noivo foi muito grande. Neste momento tomou: buquê de 5 flores, Camelli (ajuda-la a lidar com a raiva), Cassia (para seu sentimento de auto-desgosto), Pastoris (para a desconfiança), Phyllanthus (para sua rigidez psíquica). Conseguiu estabelecer vínculo com o irmão da amiga. Descobriu que se o ex-namorado agiu errado com ela, ela também procurou usar de todos os meios para prende-lo. E disse: “acreditava que se o perdesse não teria mais ninguém, nunca mais. Eu também o prendi, não deixei com que ele se fosse.”  Ela estava se desligando da situação traumática. Sua última formulação foi a Fórmula de Exame (para ajuda-la a superar as dificuldades iniciais de um relacionamento), Salvia (para ajudar nos aprendizados da vida), Aristoloquia (para seu sentimento de culpa), Phyllanthus.

 

Caso 4: F., solteira, 25 anos. Filha adotiva, tinha dificuldade em se sentir amada pelos pais. Possuía uma alergia persistente na pele e no nariz. Ela dizia: "meus pais me amam, mas não consigo me sentir amada". De acordo com um diagnóstico intrapsíquico sua alergia estava relacionada com este sentimento de “não amada”. Ela foi tratada com Terapia de Vidas Passadas (obs: ela não reviveu vidas passadas, somente sua vida intrauterina, nascimento e primeira infância). Como apoio ela tomou: Buquê de Lactentes (para facilitar a digestão das experiências revividas), Mirabilis (para seu grau de crítica), Patoris (para sua desconfiança), Malus (como catártico). Após o tratamento ela se viu livre dos sentimentos de não amor, da alergia e dos traumas do abandono materno.

(Obs: o tratamento com os florais não deve substituir o tratamento médico ou psicológico.)

 

Caso 5: A. S., 59 anos, estava com câncer em estado terminal. Os médicos haviam lhe dado apenas três meses de vida. Seu estado emocional estava muito abalado pelo medo de enfrentar a morte. Apresentava-se deprimido, com surtos de raiva. Sentia-se culpado e fracassado por estar partindo cedo e deixando a família. Estava em uma profunda crise existencial, sua personalidade estava “em frangalhos”. O acompanhamento deste caso aconteceu semanalmente, até o final da vida. Colocamos aqui as principais essências que ele tomou, em diversas prescrições: Buquê de Lactentes (facilitar a adaptação à nova realidade), Aristoloquia (para sua autopunição), Calendula Silvestre (para a agressividade e oscilação psíquica), Momordica (para sua preocupação mental incessante), Zinnia (para facilitar seu desligamento do lado negro da vida), Malus (para a purificação de idéias e pensamentos), Millefolium (como facilitador de transformações), Mountain Devil (para o ódio), Linum (como protetor do campo áurico), Sturt Desert Pea (liberação de raivas e rancores), Anil (aceitação da morte), Lacrima (para aproxima-lo das vivencias espirituais). A terapia floral e o aconselhamento foram muito importantes para ajuda-lo no processo de separação física que iria acontecer. Neste período pôde ressignificar e reavaliar muitos valores e crenças. Pode também reorganizar sua personalidade. Sem dúvida sua passagem foi com uma qualidade muito superior graças ao trabalho desenvolvido.

 

Caso 6:  E. O., 29 anos, recebeu como herança da família o desenvolvimento de pedras nos rins. Outra herança foi a insegurança e o medo de perder o pouco que possuía. Por estes motivos acabou por perder boas oportunidades de progredir na vida. Tomou os florais Rio das Pedras (como facilitador da circulação dos conteúdos internos), Viola (para sua insegurança) e Mimosa (para seu medo da perda). Durante os meses em que tomou estas essências livrou-se das pedras renais, aprendeu a se soltar e arriscar um pouco na vida. Diminuiu bastante sua insegurança.

 

Caso 7: LM, adulto jovem, engordou muito depois dos 25 anos. Possuía alguns problemas de saúde agravando seu caso. Já havia tomado todo tipo de remédios para emagrecer, mas logo depois que parava engordava tudo de novo. Procurou o programa de emagrecimento através do descondicionamento alimentar. Como suporte tomou o Composto floral Quaresma. Após 3 meses já havia perdido 8 quilos e havia mudado muitas das suas crenças e insatisfações que a levavam à alimentação desregrada.

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Caso 8: E., 12 anos, estudante. E. começou a ter comportamentos diferentes na escola e a ser agressivo. Sentia muito sono e tinha momentos em que “parecia que se desligava da realidade”. De um menino meigo dócil e educado tornou-se agressivo e “esquisito”. “De vez em quando falava coisas que ninguém entendia”, seu rendimento na escola caiu enormemente. Sentia dores de cabeça muito fortes. Inicialmente levado a um psiquiatra foi diagnosticado como psicótico, foi recomendado à mãe que tirasse o filho da escola. A mãe não se conformou com este primeiro diagnóstico e procurou outro profissional. Fizemos uma avaliação do menino e chegamos a seguinte conclusão: o mesmo estava sofrendo de uma mediunidade descontrolada, o que causava irritação, dor de cabeça, e os fenômenos dissociativos. Seu tratamento foi conjugado com um acompanhamento mais intensivo. Os florais indicados foram: Ignea (para facilitar o equilíbrio entre a dinâmica espiritual e material), Camelli (para seu ódio), Luceris (para facilitar o equilíbrio de sua mediunidade), Buquê de 5 Flores (para a diminuição da tensão psíquica), Pastoris (para sua dificuldades de convivência), Rosmarinus (para ajuda-lo a se concentrar no presente), Linum (como “protetor” do campo vibracional). No primeiro mês pouca melhora aconteceu. Foram prescritas essências florais para os outros membros da família e foi acrescentado Basilicum (para a sensação de incapacidade) na fórmula original. Após 4 meses de tratamento seus sintomas já estavam bem menores. Nesta fase tomou Luceris, Linum, Rosmarinus, Buquê de 5 flores, Vernonia (para sua dificuldade de se submeter a uma hierarquia e normas), Artemísia (para ajudar a se livrar de conteúdos conflituosos), Sonchus (para sua tendência a desistir). Com poucas variações esta foi a composição tomada durante os vários meses que duraram o tratamento. Ao final o paciente estava em plena normalidade

 

Caso 9: J., 8 anos. O menino apresentava dificuldades de concentração e ficava o tempo todo se movimentando na sala de aula. Estava sempre resfriado e sofria de asma alérgica. A sua personalidade era baseada no humor depressivo. Através da verificação de seus desenhos ficou claro que o mesmo nutria sentimentos de ciúmes e menos-valia para com a irmã menor. A primeira formulação: Chicorium (para sua tendência a querer controlar), Fórmula de Exame (para melhorar sua concentração), Mirabilis (para sua crítica), Eucaliptus (para ajudar no processo de respiração), Impatiens (para sua inquietação). Depois de um mês com esta formulação J. já se apresentava mais alegre e mais concentrado, porém ainda oscilava muito seu comportamento em sala de aula. Foi mantida a mesma formulação acrescentada de Malus (como “depurativo” fisio-psíquico), e Borragine (para a agressividade, que se demonstrava no peito “fechado”). Depois de dois meses seu comportamento havia melhorado muito e seu aprendizado se normalizou na escola. Neste momento tomou: Chicorium, Guttagnello (para sua dificuldade de convivência e insegurança), Mirabilis, Impatiens, Borragine, Sonhchus (para sua tendência a desistir). Conseguiu controlar bastante suas crises de asma, o que permitiu com que ele brincasse com as outras crianças sem desencadear a crises. Na escola e em casa seu comportamento e atitudes estavam satisfatórios.

Obs: nosso foco é sempre a personalidade do paciente. Os ganhos físicos acontecem constantemente, como um subproduto da transformação da personalidade. O diagnóstico da personalidade pode ser feito superficialmente por qualquer profissional. Sendo que para realizar um diagnóstico profundo é necessário que o mesmo domine métodos e técnicas de avaliação profundas, razão porque só devem ser feitas por profissional bem preparado.

 

Caso 10: M., 8 meses. A mãe refere a choro constante e irritabilidade. Num primeiro momento a mãe acreditava que este choro era conseqüência de um eczema na pele dos braços e da barriga. A criança estava em tratamento médico à 5 meses e o eczema não dava sinais de diminuição. A mãe descreveu sua gestação como conflituosa. Teve problemas de aceitação por parte da família e por parte do pai da criança. Somente após o sétimo mês é que sua vida emocional se estabilizou. Atualmente está vivendo bem com o marido. Foi realizada uma avaliação completa da mãe. Neste caso foram receitadas essências florais para o pai, mãe e criança. Florais para os pais: Tagetes (para o trauma do início da gravidez), Lantana (como facilitador da elaboração dos processos familiares), Buquê de Lactentes (para facilitar o processo de adaptação da criança). Florais para a criança: Buquê de Lactentes, Lantana, Tagetes, Zinnia (para o sentimento de ser vítima), Pastoris (para o sentimento de desconfiança). Em uma semana o problema na pele desapareceu. A criança foi aos poucos se acalmando. Após um mês a queixa de choro e irritabilidade havia desaparecido. Foram orientados a tomarem as mesmas essências florais por mais três meses.

 

Caso 11: M. C., 2 anos, tinha pesadelos constantes. Acabou desenvolvendo medo de dormir sozinho no quarto. A mãe tinha que dormir com ele, pois acordava várias vezes por noite gritando. Ficava bravo e emburrado com a mãe se ela não estivesse ao seu lado ao acordar. Foi prescrito para a criança: Aspen (para o medo do desconhecido), Chicorium (para sua tendência ao controle), Buquê de 5 flores (para o medo e a insegurança). Para a mãe foi prescrito Trimera (para preocupação excessiva com o filho), Pinus (para o sentimento de culpa), Ruta (para ajuda-la a ser mais afirmativa), Buquê de 5 Flores (para sua insegurança). Depois de um mês a criança raramente acordava gritando à noite. Após 2 meses o problema desapareceu.

 

Caso 12: B., 6 anos. Após os vizinhos sofrerem um assalto violento à residência a menina ficou chocada e com medo. Todas as vezes que a mãe ou o pai iam sair ela entrava em pânico. Chorava, se agarrava a eles, pedia para não saírem. Ela tinha muito medo deles serem mortos. Estava muito insegura de ir à escolinha. Lá só falava do medo deles morrerem. A mãe conta que normalmente ela já era insegura. Quando foi realizado a avaliação profunda verificou-se que havia um trauma anterior, com provável origem no parto difícil no qual nasceu. Para auxiliar o trabalho terapêutico foi indicada essência floral: Star of Bethlehem (para o trauma), Mimosa (para o medo), Madressilva (para seu apego ao passado), Rosmarinus (para ajuda-la a viver o presente). No primeiro mês a mãe relata apenas um aumento do choro da criança. Acrescentamos à fórmula original a Fórmula de Exame (para ajuda-la a encarar a realidade). Do segundo mês até o sexto mês a menina foi melhorando paulatinamente, até que normalizou o medo e a insegurança.

 

Caso 13: M. L., 39 anos, sofria de doenças constantes. Ela tratava uma doença e outra já se iniciava. Estava constantemente indo ao médico e sempre se tratando. Não era hipocondríaca, pois não tinha medo das doenças e suas doenças eram reais. Seu questionamento era: “porque estou sempre doente. É dor de cabeça, gripe, febre, problema ginecológico. Sempre estou precisando tomar remédio.” Seus traços de personalidade mais marcantes eram: tristeza, angústia e impotência. Sentia-se muito preocupada em corresponder ao que acreditava ser a expectativa das outras pessoas para com ela. Tomou as seguintes essências: Phyllanthus (por ser muito rigorosa consigo mesma), Heather (pela necessidade de ser o centro das atenções), Rosa Canina (para a sensação de impotência), Salvia (para ajuda-la a aprender com as doenças), Aleluia (para a sua tristeza), Sonchus (para a angústia/tristeza), Tagetes (como um facilitador da transformação). Como todo paciente foi orientada. Uma semana após tomar as essências começou a se sentir menos angustiada. Suas posições frente a vida e frente as pessoas começaram a mudar. Mudaram seus valores e crenças. Durante todo o tratamento tomou esta mesma formulação, com pequenas mudanças. Após ter se transformado interiormente, suas pequenas e constantes doenças melhoraram.

Obs: toda doença possui um componente energético e psicossomático. Muitas pesquisas já demonstraram o quanto a transformação interior pode colaborar para a superação de doenças.

 

Caso 14: E. M., 32 anos. Estava no quinto mês de gravidez quando apareceu uma pedra nos rins. Junto à cólica veio o medo de complicações com o feto. Estava angustiada, triste e estressada, o que acabou por gerar pressão alta. Além do acompanhamento médico, ela procurou apoio na terapia floral. Sua prescrição foi Rio das Pedras (para ajuda-la a soltar seus “resíduos internos”), Psidium (para seu descontrole), Fícus (para seu desequilíbrio emocional), Trimera (para a preocupação com a saúde do bebê). Tomou esta formulação por 2 meses, período no qual sua situação emocional foi se estabilizando e a pedra nos rins foi diminuindo até que saiu sem ser notada.

 

Caso 15: E. Z., 27 anos, procurou ajuda pois não conseguia estabelecer vínculos amorosos. Nunca havia tido um namorado e nem sequer “ficado” com algum homem.  Apesar de introvertida possuía amigos e atividades sociais. Relata que teve alguns rapazes interessados nela, mas “nada aconteceu”.  Quando era ela quem se interessava, ficava paralisada, sentia-se muito mal, nervosa, “tudo o que penso nestas horas é sair correndo”. Relata que sofre tanto com a possibilidade de ter um vínculo com alguém, que se distancia de qualquer homem com quem possa vir a criar vínculos mais profundos. Foi prescrito Wisteria (para facilitar uma abertura para a sexualidade), Buquê de 5 flores (para sua tensão psíquica), Jasminum (para ajudar na construção de uma nova imagem pessoal). Depois de 1 mês nos contou que havia dado um beijo em um rapaz “meio na loucura”. Estava feliz com o fato, pois considerava um progresso. Mas não sabia se era correto o que fez ou não. À formula inicial acrescentou-se Ruta (para ajuda-la a ter força interior para decidir segundo seus próprios princípios) e Aristoloquia (para seu sentimento de culpa e inadequação). Após quatro meses de tratamento começou a se interessar por um colega. Revelou a sensação de se sentir ridícula, com vergonha, e com medo de receber um não do rapaz. Foram prescritos Wisteria, Jasminum, Aristoloquia, Mimosa (para seu medo) e Lavandula (para sua baixa auto-estima), Heliotropium (para sua angústia). Depois de algum tempo começou a namorar o rapaz. Sua evolução resistiu ao fim do curto namoro e logo ela estava de vínculo novo.

 

Caso 16: A., 46 anos, era deprimida e não encontrava caminhos para sua vida. Relata que teve muitas chances na vida mas não aproveitou. Estudou pouco, casou mal, não se realizou profissionalmente. Relata que sempre fugiu dos problemas e quando encontrava um obstáculo mudava seu caminho. Tomava doses altas de medicamentos. Sentia-se frustrada. Num primeiro momento foi prescrito Origanum (como facilitador para ela achar o próprio destino) e Quaresma (para ajudá-la a despertar sua força interior). Tivemos vários encontros de orientação e aconselhamento (fundamentais neste tipo de caso). Ela tomou algumas decisões em sua vida e os obstáculos logo se fizeram presentes. Foi então indicado Origanum, Quaresma, Sonchus (para ajudá-la a superar os obstáculos), Aleluia (para o derrotismo), Rosa Canina (para a sensação de tédio e frustração). Com poucas variações tomou estas essências até o final do tratamento.

 

Caso 17:  A. era estudante da primeira série do primeiro grau. Era repetente e não tinha condição de passar de ano novamente. Sua deficiência em leitura e escrita era muito grande. Apesar das aulas particulares não conseguia progredir. Ele era desatento, imaturo e pouco persistente no que fazia. Foi feito diagnóstico profundo do caso. Num primeiro momento tomou Madressilva (pelo seu apego ao passado) e Rosmarinus (para ajuda-lo na concentração). Em poucos dias já estava mais atento. Foi acrescentado à esta indicação os florais Salvia (para facilitar o aprendizado), Piperita (para sua lentidão psíquica), Lavandula (para facilitar a melhora de sua auto-estima), Foeniculum (como ajuda na sua readaptação). Aos poucos a criança foi aprendendo a se fixar no presente e a trabalhar com as informações que a escola lhe fornecia. 

 

Caso 18: J. criou sua empresa há 12 anos. Depois de um período de prosperidade, viu seu faturamento cair significativamente. Resolveu entrar em um período reavaliação da sua empresa e de suas atitudes frente a vida. Como suporte para este processo de avaliação tomou o composto floral Quaresma. Descreveu que o composto Quaresma permitiu o aumento da sua capacidade de auto-percepção, a reativação da criatividade e a descoberta da sua real vocação (uma vez que acabou mudando de ramo de atividade).

 

Caso 19: L., 74 anos, viúvo. Era cuidado pela filha que o descreveu como apático, com pouca orientação espacial e temporal. Estava demenciado. Não cooperava na higiene e durante a alimentação. Mostrava vontade apenas de ficar deitado. Apesar dos apelos da filha evitava tomar sol e ficar sentado. Tomou Buquê de 5 flores (para ajuda-lo a se sintonizar com o presente), Anil (para ajuda-lo no processo de envelhecimento), Piperita (ajudar no desempenho intelectual), Foeniculum (para “fortalecer” seu mental e o físico). Nos primeiros dias a filha já notou uma melhora no ânimo do pai, que se tornou mais cooperativo. Esta essência, com algumas variações, foi dada durante alguns meses. 

 

 

 

 

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